Será sorte também no amor?

Olá,tudo bem?

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Depois de três anos finalmente voltei a ler Nicholas Sparks e por conta de uma leitura conjunta que fiz com minha colega Valentina decidimos ler o Um homem de sorte um dos livros mais famosos do autor também, e que ganhou adaptação para o cinemas.

Depois de anos no Iraque em Guerras Thibault que sempre foi considerado um homem de sorte por conta de uma fotografia de uma mulher que tem no bolso, decidi sair de sua cidade no Colorado e ir em busca desta mulher por ter uma divida com ela e descobrir qual é afinal o proposito de sua vida de tudo que passou e ira passar, chegando na Carolina do Norte ele se aproxima de Beth ou Elizabeth a mulher da fotografia que consegue encontrar, uma viagem que ele imaginava que seria curta e que rapidamente descobriria o seu proposito, acaba se estendendo ele se aproxima de Beth, seu filho Ben, a sua família e sua vida, sem contar a verdade a respeito da fotografia e acaba se apaixonando, sera que ate mesmo no amor ele será um homem de sorte, sem contar as verdades a respeito da fotografia para Beth?

O livro é simplesmente emocionante e lindo de se ler, sobre os personagens o pouco a pouco que vão se apaixonando,mas confesso que senti falta de mais paixão, amor e demonstração deste amor no livro, eu fiquei meio que no meio termo não consegui me apaixonar completamente pelos personagens e nem acreditar tao 100% no amor deles, mas que a historia e linda não da para negar, e um final simplesmente surpreendente mas que também acredito que poderia ter tido mais desenvolvimento.

Um homem de sorte, fala muito sobre a gente acreditar ou não na sorte, no destino, no amor e nas coisas que nos rodeiam e saber a respeito do nosso proposito e nossas dividas com outras pessoas.

Editora: Novo Conceito

Saiba mais no Skoob: https://www.skoob.com.br/um-homem-de-sorte-the-lucky-one-10017ed407801.html

Ano: 2011

Páginas: 256

Autor: Nicholas Sparks

UM_HOMEM_DE_SORTE_145058445410017SK1450584454B.jpg ‘Mas não estava em outra época e lugar, e nada daquilo era normal. Trazia a fotografia dela consigo há mais de cinco anos. Atravessou o país por ela. Era estranho pensar nas reviravoltas que a vida de um homem pode dar. Até um ano atrás, Thibault teria pulado de alegria diante da oportunidade de passar um fim de semana ao lado de Amy e suas amigas. Provavelmente, era exatamente isso de que precisava, mas quando elas o deixaram na entrada da cidade de Hampton, com o calor da tarde de agosto em seu ápice, ele acenou para elas, sentindo-se estranhamente aliviado. Colocar uma carapuça de normalidade havia-o deixado exausto. Depois de sair do Colorado, há cinco meses, ele não havia passado mais do que algumas horas sozinho com alguém por livre e espontânea vontade. Imaginava ter caminhado mais de 30 quilômetros por dia, embora não tivesse feito um registro formal do tempo e das distâncias percorridas. Esse não era o objetivo da viagem. Imaginava que algumas pessoas acreditavam que ele viajava para esquecer as lembranças do mundo que havia deixado para trás, o que dava à viagem uma conotação poética. prazer de caminhar. Estavam todos errados. Ele gostava de caminhar e tinha um destino para chegar.’

 

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